"Felizmente Há Luar" é o título de uma obra do escritor português Luís de Sttau Monteiro, pedido com a resolução do passatempo de Palavras-Cruzadas, referente ao mês de Junho de 2026.
"Felizmente Há Luar" é uma peça de teatro que retrata a execução do general Gomes Freire de Andrade em 1817. Portugal atravessava então período muito difícil da sua História.
A corte está no Brasil. Havia a Regência do Reino, mas quem mandava era o inglês Beresford. Reclama-se a presença do Rei. Entretanto, Gomes Freire veio a ser implicado e acusado de liderar uma conspiração em 1817 contra a monarquia de D. João VI em Portugal continental. Foi detido, preso, condenado à morte e enforcado (embora tenha pedido para ser fuzilado) junto ao Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, por crime de traição à Pátria. Foi deitado ao mar, andou para cá e para lá, até o mar devolver o cadáver à praia. Os cães estavam já devorar o que restava do cadáver, quando uns soldados o enterraram no areal. Mas este homem não morreu em vão. Vários liberais se hão-de reunir no Porto, no Sinédrio, a preparar a Revolução de 1820.
Participaram: Ajano; Alabi; Aleme; António Amaro; António Miragaia, Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Bela-flor; Belisa; Caba; Candy; Eduarda Gonçalves; El-Danny; Elvira Silva; Feranames; Filomena Alves; Fumega; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Onix, Onix I; Paulo Freixinho; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Seven; Socrispim; Solitário; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.
Obrigado a todos. Até breve!

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