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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Devaneios cruzadísticos │ Maria Ondina Braga

Maria Ondina Braga foi uma escritora bracarense e profundamente cosmopolita. Nasceu em Braga, em 1922, estudou em Inglaterra e França e, como professora, viveu em Angola, Goa, e Macau, experiências que marcaram profundamente a sua personalidade e a sua escrita. Morreu em Braga, em 2003.

A sua obra é muito diversificada — poesia, conto, romance, crónica, memórias e literatura de viagens — e nela se cruzam frequentemente a viagem, a solidão, a condição feminina, a memória e o encontro entre culturas.

A sua escrita, de grande delicadeza, intimidade e dimensão autobiográfica, transforma muitas das suas experiências de viagem e de vida em matéria literária. 

Maria Ondina Braga é, de facto, uma autora que merece ser mais lida e conhecida. A sua vida invulgar — entre Braga, a Ásia, África e a Europa — oferece uma chave muito interessante para compreender a sua obra.

Assim, neste mês, convido os meus amigos a resolver este problema de Palavras-Cruzadas e, no final, encontrar o título de 3 obras (3 palavras em cada titulo, todas nas horizontais) da escritora portuguesa Maria Ondina Braga (1922-2003).

Aleme │Braga

HORIZONTAIS: 1 – Pessoa insensível; Mau cheiro. 2 – Preposição que designa origem; Malícia [figurado]; Amizade. 3 – Abrigo. 4 – Fim; Interjeição designativa de agrado e aprovação [Guiné-Bissau]; Preposição que designa matéria. 5 – Piedade; Sopro; Cio [popular]. 6 – Contusões. 7 – Desprezível; Preposição que designa modo; Gume. 8 – Mais [antiquado]; Interjeição que exprime dor; Corro. 9 – Família [figurado]. 10 – Demora; Opinião política [figurado]; Salva. 11 – Modo [figurado]; Embriagados [Angola, coloquial].

VERTICAIS: 1 – Infiltração de serosidade nos tecidos do organismo, que produz inchação [Medicina]; Degradação moral [figurado, pejorativo, plural]. 2 – Como; Navalheira. 3 – Estratagema; Advérbio que exprime ambiguidade [coloquial]. 4 – Pessoa notável na sua especialidade [figurado]; Porcos [regionalismo]; Iguala [regionalismo]. 5 – Interjeição que exprime aceitação [Brasil]; Juntou. 6 – Sufixo nominal, de origem latina, que tem sentido diminutivo; Soma; Boato [figurado]. 7 – Observe; Interjeição que exprime espanto [Brasil]. 8 – Timão da charrua; Pátria; Símbolo de rádio. 9 – Deseja; Descanso. 10 – Pé de verso grego ou latino formado de uma sílaba longa seguida de outra breve [plural]; Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de inferioridade. 11 – Odor; Mães.

Clique Aqui  para abrir e imprimir o PDF com o passatempo.

O problema não segue, ainda, o novo Acordo Ortográfico


Aceito respostas até dia 25 de Setembro, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

Vemo-nos por aqui?

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Devaneios cruzadísticos │ João Tordo

"As Três Vidas" é o título de uma obra do escritor português João Tordo, pedido com a resolução do passatempo de Palavras-Cruzadas, referente ao mês de Agosto de 2026.

É uma história de amor, mistério e autodescoberta, em que a vida do protagonista se divide simbolicamente em três existências

João Carlos Rodrigues │Lisboa

Participaram: Ajano; Alabi; Aleme; António Amaro; António Miragaia, Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Bela-flor; Belisa; Caba; Candy; Donanfer II, Eduarda Gonçalves; El-Danny; Elvira Silva; Feranames; Filomena Alves; Fumega; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Onix, Onix I; Paulo Freixinho; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Seven; Socrispim; Solitário; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Obrigado a todos. Até breve! 

sábado, 1 de agosto de 2026

Devaneios cruzadísticos │ João Tordo

João Tordo é um dos mais reconhecidos escritores portugueses contemporâneos. Nascido em Lisboa, em 1975, formou-se em Filosofia e aprofundou estudos em Jornalismo e Escrita Criativa em Londres e Nova Iorque. 

A sua obra caracteriza-se pela exploração da identidade, da memória, da culpa e das relações humanas, combinando frequentemente elementos de suspense psicológico com uma escrita literária de grande densidade. Os seus romances destacam-se pela construção de personagens complexas e por narrativas que cruzam o quotidiano com o mistério e a reflexão existencial.

João Tordo alcançou grande projeção ao vencer o Prémio Literário José Saramago em 2009. Posteriormente recebeu também o Prémio Literário Fernando Namora em 2021. As suas obras encontram-se traduzidas e publicadas em vários países, como França, Itália, Alemanha, Espanha e Brasil.

Assim, neste mês, convido os meus amigos a resolver este problema de Palavras-Cruzadas e, no final, encontrar o título (3 palavras nas horizontais) de uma obra do escritor português João Tordo (1975).


João Carlos Rodrigues │Lisboa

HORIZONTAIS: 1 – Princípio [figurado]; Grita [popular]; Apresenta. 2 – Lixo; Aparta. 3 – Aquelas; Mais; Andar. 4 – Prefixo que exprime a ideia de privação; Destilo; Prefixo que exprime a ideia de movimento. 5 – O que, numa série, ocupa o terceiro lugar; Fedores. 6 – Observador. 7 – Parte; Espécie de bilha usada em Lunda (Angola). 8 – Forma reduzida de bicampeão; Soube; Naquele lugar. 9 – Sopro; Mio; Adivinha. 10 – Biografias; Estante de leitura. 11 – Remoinho de água [regionalismo]; Gritos de dor; Âmago.

VERTICAIS: 1 – Fútil [figurado]; Assim; Partícula. 2 – Mirar; Adolescência. 3 – Aqueles; Ave columbina africana, também chamada bango [Ornitologia]; Bate. 4 – Aqui; Canto; Dura. 5 – Sovas; Colima. 6 – Numismática. 7 – Poeta e cantor ambulante entre os Gregos antigos; Desenvolvidas. 8 – Expressão que exprime admiração [Moçambique]; Contracção de a+os; Obrigações do Tesouro [sigla]. 9 – Planta liliácea oriunda da China [Botânica]; Relativo a extremidade; Troça. 10 – Omita; Balote. 11 – Abundância; Usa-se como forma de interpelação [coloquial]; Uno.


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O problema não segue, ainda, o novo Acordo Ortográfico


Aceito respostas até dia 25 de Agosto, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

Vemo-nos por aqui?

domingo, 26 de julho de 2026

Devaneios cruzadísticos │ Padre António Vieira

"Sermão do Bom Ladrão" é o título de uma obra do escritor e orador português Padre António Vieira, pedido com a resolução do passatempo de Palavras-Cruzadas, referente ao mês de Julho de 2026.

Além do seu valor religioso, "Sermão do Bom Ladrão" destaca-se pelo seu carácter moral e social, reflectindo sobre a desigualdade e a falta de ética na administração pública. Vieira utiliza a eloquência e a ironia para denunciar os vícios da sociedade do seu tempo, tornando a sua mensagem intemporal.

Homotaganus │Alcáçovas

Participaram: Ajano; Alabi; Aleme; António Amaro; António Miragaia, Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Bela-flor; Belisa; Caba; Candy; Eduarda Gonçalves; El-Danny; Elvira Silva; Feranames; Filomena Alves; Fumega; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Onix, Onix I; Paulo Freixinho; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Seven; Socrispim; Solitário; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Obrigado a todos. Até breve! 

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Devaneios cruzadísticos │ Padre António Vieira

O Padre António Vieira (1608–1697) foi um jesuíta, pregador, escritor e diplomata português, considerado uma das maiores figuras da língua portuguesa.

Nascido em Lisboa e criado em Salvador, no Brasil, destacou-se sobretudo pelos seus sermões, famosos pela eloquência, pela riqueza de imagens e pela crítica social e política.

Foi conselheiro do rei D. João IV após a Restauração da independência de Portugal, desempenhando missões diplomáticas em vários países europeus. Defendeu os cristãos-novos (judeus convertidos), combateu abusos da Inquisição e criticou a exploração dos povos indígenas no Brasil, o que lhe trouxe admiradores e inimigos.

A sua obra mais conhecida é o conjunto dos Sermões, entre os quais se destaca o Sermão de Santo António aos Peixes. Pela qualidade da sua escrita e da sua oratória, é frequentemente considerado um dos maiores prosadores da literatura portuguesa.

"Imperador da Língua Portuguesa" dele disse o poeta Fernando Pessoa.

Por isso, neste mês, convido os meus amigos a resolver este problema de Palavras-Cruzadas e, no final, encontrar o título (4 palavras nas horizontais) do ilustre Padre António Vieira.

Homotaganus │Alcáçovas

HORIZONTAIS: 1 – Monarcas; Prédica. 2 – Bago; Capela-mor de igreja. 3 – Sozinho; Encho [figurado]; Contracção de De+o. 4 – Imploro com veemência; Peso indiano (de 141 a 330 quilogramas). 5 – Brejaúba; Fileira; Massa. 6 – Que é falado; Lição. 7 – Pequena embarcação tradicionalmente usada na pesca artesanal na região de Setúbal e Sesimbra [plural]; Alegria 8 – Virtuoso; Vandalismo. 9 – Símbolo de darmstádio; Amor [popular]; Passe. 10 – Queixo; Nascer. 11 – Salteador; Valide.

VERTICAIS: 1 – Pândega [regionalismo]; Religioso muçulmano persa [Religião]. 2 – Eternidade; Brinquedo constituído por dois discos…[plural]. 3 – Progredia; Enganam-se; Base de dados [sigla] 4 – Principal; Conceder. 5 – Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de ouvido; Casa; Designação comum, extensiva a diferentes batráquios…[Zoologia]. 6 – Transpirara; Furto com rapidez [Angola]. 7 – Academia; Zumbe. 8 – Abundância; Alucinar [regionalismo]. 9 – Nociva; Fezes; Divisa. 10 – Senhoras; Desprezível. 11 – Cheiro; Interjeição que exprime satisfação.

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O problema não segue, ainda, o novo Acordo Ortográfico


Aceito respostas até dia 25 de Julho, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Devaneios cruzadísticos │ Luís de Sttau Monteiro

"Felizmente Há Luar" é o título de uma obra do escritor português Luís de Sttau Monteiro, pedido com a resolução do passatempo de Palavras-Cruzadas, referente ao mês de Junho de 2026.

"Felizmente Há Luar" é uma peça de teatro que retrata a execução do general Gomes Freire de Andrade em 1817. Portugal atravessava então período muito difícil da sua História.
A corte está no Brasil. Havia a Regência do Reino, mas quem mandava era o inglês Beresford. Reclama-se a presença do Rei. Entretanto, Gomes Freire veio a ser implicado e acusado de liderar uma conspiração em 1817 contra a monarquia de D. João VI em Portugal continental. Foi detido, preso, condenado à morte e enforcado (embora tenha pedido para ser fuzilado) junto ao Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, por crime de traição à Pátria. Foi deitado ao mar, andou para cá e para lá, até o mar devolver o cadáver à praia. Os cães estavam já devorar o que restava do cadáver, quando uns soldados o enterraram no areal. Mas este homem não morreu em vão. Vários liberais se hão-de reunir no Porto, no Sinédrio, a preparar a Revolução de 1820.

Participaram: Ajano; Alabi; Aleme; António Amaro; António Miragaia, Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Bela-flor; Belisa; Caba; Candy; Eduarda Gonçalves; El-Danny; Elvira Silva; Feranames; Filomena Alves; Fumega; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Onix, Onix I; Paulo Freixinho; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Seven; Socrispim; Solitário; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Obrigado a todos. Até breve! 

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Devaneios cruzadísticos │ Luís de Sttau Monteiro


HORIZONTAIS: 1 – Por sorte. 2 – Toca; Interjeição designativa de agrado [Guiné-Bissau]. 3 – Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de cru; Retaguardas; Interjeição que exprime espanto [Angola]. 4 – Opinião política [figurado]; Bater; Abundância. 5 – Sensual [figurado]; Suavidade [figurado]. 6 – Chamas [figurado]; Assuada. 7 – Substância branca, constituída essencialmente por óxido de cálcio…[Química]; Nitidez. 8 – Assim; Defeito; Graça [figurado]. 9 – Mais [antiquado]; Percebam [Brasil, coloquial]; Como. 10 – Acontece; Luz da Lua. 11 – Adormeces [figurado].

VERTICAIS: 1 – Terra; Devasta [figurado]. 2 – Conventual. 3 – O [arcaico]; Opositor; Símbolo de hélio. 4 – Guia [figurado]; Prejuízo; Duras. 5 – Danadas; Multidão. 6 – Pastor; Parole. 7 – Vestígio; Colecção de coisas várias [figurado, plural]. 8 – Vede; Amor [popular]; Senhora [Moçambique]. 9 – Estorvo; Internas; Símbolo de rádio. 10 – Limites [figurado]. 11 – Unir; Desgraças.

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Produções AlegriaBreve http://alegriabreve47.blogspot.pt/ 

O problema não segue, ainda, o novo Acordo Ortográfico


Aceito respostas até dia 25 de Junho, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

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terça-feira, 26 de maio de 2026

Devaneios cruzadísticos │ José Luís Peixoto

"Em teu ventre" é o título de uma obra do escritor português José Luís Peixoto, pedido com a resolução do passatempo de Palavras-Cruzadas, referente ao mês de Maio de 2026.

Mais do que um relato religioso, o livro centra-se na perspetiva de Lúcia, uma das videntes de Fátima. Aborda a tensão na sua casa, a severidade da mãe — que exige verdade e teme o escândalo — e explora a maternidade de forma profunda e poética.

O romance transporta-nos para um Portugal profundo de 1913 a 1917. Evoca o peso da Primeira Guerra Mundial, a pobreza, os trabalhos no campo e a profunda ligação à terra e à natureza.

Participaram: Ajano; Alabi; Aleme; António Amaro; António Miragaia, Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Bela-flor; Belisa; Caba; Candy; El-Danny; Elvira Silva; Feranames; Fumega; Gilda Marques; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Onix, Onix I; Paulo Freixinho; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Seven; Socrispim; Solitário; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Obrigado a todos. Até breve! 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Devaneios cruzadísticos │ José Luís Peixoto

José Luís Peixoto nasceu a 4 de Setembro de 1974 em Galveias, Ponte de Sor. É um dos autores de maior destaque da literatura portuguesa contemporânea.

A sua obra ficcional e poética figura em dezenas de antologias traduzidas num vasto número de idiomas e estudada em diversas universidades nacionais e estrangeiras. Em 2001, recebeu o Prémio Literário José Saramago com o romance "Nenhum Olhar".

Pode considerar-se que a sua obra se encontra alicerçada no género romanesco, mas tem publicado poesia, teatro e prosa em diversos géneros.

Neste mês, convido os meus amigos a resolver este problema de Palavras-Cruzadas e, no final, encontrar o título (3 palavras nas horizontais) de uma obra do escritor português José Luís Peixoto (1974).

Arjacasa │Valpaços

HORIZONTAIS: 1 – Indivíduos dinâmicos [popular]. 2 – Preposição que designa tempo; Balde. 3 – Abismo; Mais adiante; Interjeição que exprime tristeza. 4 – Escavam; Prefixo que exprime a ideia de privação; Patroa. 5 – É preso [Brasil, coloquial]; Despovoar-se. 6 – Entre nós; Aquilo que pertence à pessoa a quem se fala; Sopro. 7 – Aureola; Curem. 8 – Partida; Pacóvio [popular]; Oculta. 9 – Difícil; Exilo; Graça [figurado]. 10 – Seio; Parte traseira. 11 – Papaieira.

VERTICAIS: 1 – Somos donos de; Concordo (com). 2 – Imitação ridícula. 3 – Ramagem; Circule. 4 – Símbolo de rádio; Símbolo de milibar; Com acerto. 5 – Interjeição que exprime enfado [Angola]; Atormento [figurado]. 6 – Arrefece muito; Coisa. 7 – Academias; Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de boca. 8 – É proprietário de; Símbolo de actínio; Símbolo de érbio. 9 – Fisionomia; Gostaras de. 10 – Perder a coragem [Brasil, coloquial]. 11 – Fazer arame; Danos.

Clique Aqui para abrir e imprimir o PDF com o passatempo.

O problema não segue, ainda, o novo Acordo Ortográfico


Aceito respostas até dia 25 de Maio, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

Vemo-nos por aqui?

domingo, 26 de abril de 2026

Devaneios cruzadísticos │ Mário de Sá-Carneiro

"Céu em Fogo" é o título de uma obra do poeta português Mário de Sá-Carneiro, pedido com a resolução do passatempo de Palavras-Cruzadas, referente ao mês de Abril de 2026.


Participaram: Ajano; Alabi; Aleme; António Amaro; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Bela-flor; Belisa; Buckhaje; Caba; Candy; El-Danny; Elvira Silva; Feranames; Filomena Alves; Fumega; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Onix, Onix I; Paulo Freixinho; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Seven; Socrispim; Solitário; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Obrigado a todos. Até breve! 

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Devaneios cruzadísticos │ Mário de Sá-Carneiro

Mário de Sá-Carneiro nasceu em Lisboa a 19 de Maio de 1890. Foi poeta, contista e ficcionista, um dos mais reputados membros da Geração de Orpheu, que foi o grupo responsável pela introdução do Modernismo nas artes e letras portuguesas. O nome advém da revista literária Orpheu, publicada em Lisboa no ano de 1915.

De entre as novelas de Mário de Sá-Carneiro, A Confissão de Lúcio (1914) foi considerada por José Régio uma obra-prima, “onde estão presentes três das suas obsessões: o suicídio, o amor e o anormal avançando até à loucura”.

Na sua curta existência, escreveu também poesia, com destaque para Dispersão (1914) e Indícios de Oiro (obra publicada postumamente em 1937). 

Mário de Sá-Carneiro morreu em Paris, a 26 de Abril de 1916. Donde, a publicação deste mês lhe ser dedicada para assinalar justamente que faz 110 anos que o poeta morreu. Ficam os seus livros para que nunca fique esquecido.

Deste modo, convido os meus amigos a resolver este problema de Palavras-Cruzadas e, no final, encontrar o título (3 palavras nas horizontais) de uma obra do poeta português Mário de Sá-Carneiro (1890-1916).

HORIZONTAIS: 1 – Regas; Decoro. 2 – Esperançadas; Assento [popular]. 3 – Andar; Festa de aniversário; Muitos [figurado]. 4 – Paraíso; Mais [antiquado]; Apare. 5 – Confiança; Rogadas. 6 – Choco; Firmais. 7 – Pieira [popular]; Preposição que designa lugar. 8 – Erguer; Além; Cântico. 9 – Pretextos; Brilho; Vestígio. 10 – O [arcaico]; Ninharia. 11 – Rude; Destro.

VERTICAIS: 1 – Secular; Função. 2 – Culpada; Falsidade. 3 – Passe; Vaidosas. 4 – Estreita; Ar; Interjeição que exprime enfado. 5 – Sorte; Sufixo nominal, de origem latina, que exprime a ideia de semelhança; Completa. 6 – Traição; Voo. 7 – Defeito; Símbolo de rádio; Manobras. 8 – Aqueles; Etapa; Interjeição usada como saudação. 9 – Ardiloso; Prefixo que exprime a ideia de em frente. 10 – Chamas; Produz. 11 – Fogos; Trabalho de noite.

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Produções AlegriaBreve http://alegriabreve47.blogspot.pt/ 

O problema não segue, ainda, o novo Acordo Ortográfico


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terça-feira, 31 de março de 2026

Um avião para a Mongólia

Um texto lido por jornalista Fernando Alves na FSF no passado dia 27 de Março. Vale a pena ler.

Um avião para a Mongólia

«Por que nos perdemos da volúpia da palavra volúpia, do sulco aberto na página pela palavra navio? Nunca seremos suficientemente gratos a Capicua pela frondosa alegria com que acendeu na voz de Aldina Duarte a palavra araucária que uma lei omissa fechara aos domínios do fado. Abraçando-a com a curiosidade dos dias estranhamente longínquos, redescobrimos que, afinal, a copa da palavra é "um palácio".

Comecei a ler "O Louco de Deus no Fim do Mundo", o livro que serviu ao ateu, "laicista militante" e "ímpio inveterado" Javier Cercas para partilhar a viagem com o Papa Francisco até à Mongólia. Ele conta o modo como lhe foi permitido fazer ao Papa uma pergunta cuja resposta era destinada à sua mãe. "Para isso embarquei neste avião", explica Javier Cercas. "Para perguntar ao Papa Francisco se a minha mãe verá o meu pai depois da morte." Pergunta tremenda feita por alguém que confessa ser escritor porque perdeu a fé. Eis alguém que ousa o limite, a palavra inexpugnada, abdicando do poder de a instaurar, ficcionando. Afinal esse é o caminho das pedras que talvez lhe permita tactear a palavra que o Papa talvez lhe revele, durante um voo para a Mongólia. Haverá um fim do mundo das palavras?

O homem que conhece todas as palavras de todas as Babéis - ou, ao menos, a arte de lançar a rede que as contém - demora-se nas palavras de Francisco e, a dado passo, sublinha a palavra misericórdia. Ela terá sido, ainda mais do que a palavra alegria, uma das mais usadas por Francisco. Ele o disse certa vez: "Não tenhais medo da misericórdia. A misericórdia é a carícia de Deus. É o nome de Deus."

O autor de "Terra Alta" recorda que, em 2016, num encontro com jovens argentinos em Santa Fé, o Papa Francisco defendeu que "a misericórdia existe quando o coração se une à miséria do outro, quando a miséria do outro entra no nosso coração".

Como nos teremos perdido da palavra misericórdia?

Já a palavra miséria, esta palavra que o Papa usa quando diz "a miséria do outro", foi ganhando sentidos e usos avulsos. Dizemos "fulano ganha uma miséria" e queremos significar o insignificante. Miséria pode remeter para a degradação física ou para a indigência.

Mas tomemos, neste contexto, a miséria das palavras, o nosso vocabulário indigente e depauperado. A miséria das palavras foi o mote para uma recolha de "versos e alguma prosa" de Jorge de Sena, organizada por Eugénio Lisboa, logo após a morte do poeta, no final dos anos 70. Atentai nestes versos de "A miséria das palavras": "A miséria é isso: não imaginar o nome que transforma a ideia em coisa, / a coisa que transforma o ser em vida, / a vida que transforma a língua em algo mais / que o falar por falar."

Em busca desse nome transformador e da palavra que é a carícia de Deus, o ateu Javier Cercas apanhou um avião para a Mongólia.»

quinta-feira, 26 de março de 2026

Devaneios cruzadísticos – Herberto Helder

"Letra Aberta" é o título de uma obra do poeta português Herberto Helder, pedido com a resolução do passatempo de Palavras-Cruzadas, referente ao mês de Março de 2026.

Deixo-vos com o poema "Um quarto dos poemas é imitação literária" de Herberto Helder, numa produção de AlegriaBreve, de 2013.




José Bento │Amadora

Participaram: Ajano; Alabi; Aleme; António Amaro; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Bela-flor; Belisa; Caba; Candy; El-Danny; Elvira Silva; Feranames; Filomena Alves; Fumega; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; My Lord; José Bernardo; Juse; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; Neveiva; Odemi; Olidino; Onix, Onix I; Paulo Freixinho; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Seven; Socrispim; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Obrigado a todos. Até breve! 

domingo, 1 de março de 2026

Devaneios cruzadísticos │ Herberto Helder

Herberto Helder foi um poeta português, considerado, por alguns críticos literários,  o "maior poeta português da segunda metade do século XX".  Nasceu a 23 de Novembro de 1930 no Funchal, ilha da Madeira, no seio de uma família de origem judaica.

Teve uma vida muito agitada, trabalhou em mais países, sendo fastidioso a sua descrição pormenorizada. É considerado uma figura misantrópica, tendo, em torno de si, pairado sempre uma atmosfera algo misteriosa, uma vez que sempre recusou prémios e se negou a dar entrevistas. Em 1994, por exemplo, foi o vencedor do Prémio Pessoa, que recusou.

Faleceu a 23 de Março de 2015, em Cascais, aos 84 anos. 

Neste mês, convido os meus amigos a resolver este problema e, no final, encontrar o título (2 palavras nas horizontais) de uma obra do escritor português Herberto Helder (1930-2015).

José Bento │Amadora

HORIZONTAIS: 1 – Escuma; Touca. 2 – Boato [figurado]; Positivo. 3 – Sincero; Escrita; Símbolo de actínio. 4 – Faço negócio; Eternidade. 5 – Jornadas; Açafata; Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de igual. 6 – Airo [Ornitologia]; Zigotos. 7 – Ensejo; Amor carnal. 8 – Pequeno poema da Idade Média, narrativo ou lírico, em versos octossilábicos [Literatura]; Agoura. 9 – Vales; Agriculta; Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de azedo. 10 – Reverencia; Zona Económica Exclusiva [sigla]. 11 – Gretado; Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de sebe. 

VERTICAIS: 1 – Sagrei; Voejar. 2 – Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de agulha; Enxadas próprias para o trabalho do arroz [Guiné-Bissau]. 3 – Exclamação usada em Trás-os-Montes que exprime admiração [regionalismo, coloquial]; Procurei [popular]; Assembleia Municipal [sigla].  – Insultar; Graúdo. 5 – Consigo; Sufixo nominal, de origem latina, que traduz a ideia de referência; Aqueles. 6 – Antigo escudo dos Lusitanos; Amargo. 7 – Regato; Agasta. 8 – Carlinga; Fístula. 9 – Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de aurora; Presentemente; Trabalhador [popular]. 10 – Mónita; Organização Europeia de Patentes [sigla]. 11 – Embuçados; Alarguei.

Clique Aqui para abrir e imprimir o PDF com o passatempo.

O problema não segue, ainda, o novo Acordo Ortográfico


Aceito respostas até dia 25 de Março, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

Vemo-nos por aqui?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Devaneios cruzadísticos │ Helena Marques

"A Deusa sentada" é o título de uma obra da jornalista e escritora portuguesa Helena Marques, pedido com a resolução do passatempo de Palavras-Cruzadas, referente ao mês de Fevereiro de 2026.

Magno │Amadora

Participaram: Ajano; Alabi; Aleme; António Amaro; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Bela-flor; Belisa; Caba; Candy; El-Danny; Feranames; Fumega; Gilda Marques; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Onix, Onix I; Paulo Freixinho; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Seven; Socrispim; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.


Obrigado a todos. Até breve!