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quinta-feira, 26 de setembro de 2024

Devaneios cruzadísticos │ Aquilino Ribeiro

"Terras do Demo" é o título de uma obra do escritor português Aquilino Ribeiro (1885-1963), pedido com a resolução do passatempo de Palavras Cruzadas, referente ao mês de Setembro de 2024. 

"A serra é agreste, primitiva, mas tem carácter, sem dúvida. Comprazes-te em pintar-lhe as virtudes e encantos sem sombras, e não serei eu que te acoime de parcial. As tintas escuras são para o novelista e tens razão. Decerto que eu, ao chamar-lhe Terras do Demo, não quis designá-las por terras do pecado, porque o pecado seja ali mais grado ou revista aspecto especial que não tenha algures. Nada disso. A serra é portuguesa no bem e no mal. Chamei-lhe assim porque a vida ali é dura, pobrinha, castigada pelo meio natural, sobrecarregada pelo fisco mercê de antigos e inconsiderados erros e abusos, porque em poucas terras como esta é sensível o fadário da existência."
Aquilino Ribeiro

Recebi respostas de: Alabi; Aleme; António Amaro; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Caba; Candy; Donanfer II, El-Danny; Elvira Silva; Fumega; Gilda Marques; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Paulo Freixinho; PAR DE PARES; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Sepol; Seven; Socrispim; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Obrigado a todos. Até breve!

domingo, 1 de setembro de 2024

Devaneios cruzadísticos │ Aquilino Ribeiro

Aquilino Ribeiro, escritor português, nasceu em Sernancelhe, na Beira Alta, a 13 de Setembro de 1885, e faleceu em Lisboa, a 27 de Maio de 1963. Passados 44 anos da sua morte, em Setembro de 2007, os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.

Estudou em Lamego e em Viseu, e em 1901 foi para Lisboa. Ex-seminarista, dedicou-se ao jornalismo, tendo colaborado, entre outras publicações, com "Jornal do Comércio", "O Século", "Diário de Lisboa" e "República", e pertencido ao grupo que, em 1921, fundou "Seara Nova". Ligou-se ao movimento republicano e interveio activamente na revolução, chegando mesmo a ser preso. Fugiu para Paris, frequentou a Sorbonne e escreveu o seu primeiro livro, intitulado "Jardim das Tormentas" (1913).

Regressado a Portugal depois da eclosão da Grande Guerra em 1914, exerceu a carreira de professor e foi conservador na Biblioteca Nacional até 1927. Obrigado de novo, por razões políticas, a sair do País, só regressou definitivamente em 1933.

Foi, em 1956, eleito o primeiro presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), como prova do reconhecimento de que a sua obra gozava, mas também do consenso reunido à volta de uma figura tornada carismática pela sua postura cívica. No momento em que se preparava para ser alvo de uma homenagem pública nacional, promovida por várias cidades e sugerida pelo cinquentenário da publicação de "O Jardim das Tormentas", morreu subitamente, em 1963.

A vastíssima obra de Aquilino Ribeiro abrange domínios variados que vão do romance, da novela e do conto às memórias, aos estudos etnográfico e histórico, à biografia, à polémica ou à literatura infantil.

Desses traços, o mais evidente seria, ao nível do estilo, a tendência para a integração de um manancial vocabular regional na sua própria escrita, fez com que, em 1988, o Centro de Estudos Aquilinianos editasse um Glossário Aquiliniano. Até o AlegriaBreve iniciou, há anos, um Dicionário Aquiliniano, com muito proveito.

De entre os numerosos títulos que Aquilino publicou, merecem especial destaque "Terras do Demo" (1919), "O Malhadinhas" (primeira versão em 1922), "Andam Faunos pelos Bosques" (1926), "O Romance da Raposa" (1929), "Cinco Réis de Gente" (1948), "A Casa Grande de Romarigães" (1957) e "Quando os Lobos Uivam" (1959).

Este mês, convido os meus amigos a solucionar este passatempo de Palavras-Cruzadas e encontrar, no final, o título (3 palavras nas Horizontais) de uma obra do escritor português Aquilino Ribeiro (1885-1963).


HORIZONTAIS: 1 – Mundos [figurado]; Toque. 2 – Difira; Germinar. 3 – Feixe; Mais [antiquado]; Pisa. 4 – Símbolo de ástato; Causas; Grande quantidade [figurado]. 5 – Queixas; Trabalhadores [popular]; Molesta. 6 – Pesar; Convinham. 7 – Contracção de De+o; Importância; Passa. 8 – Casa; Cegarrega [regionalismo]; Entre nós. 9 – Falso; Sucedia; Bater. 10 – Arrepiar; Demónio. 11 – Emprego [Angola]; Seguras. 

VERTICAIS: 1 – Lagoa [Angola]; Curtas. 2 – Publica; Carrega. 3 – Abundância; Sufixo nominal de origem latina que tem sentido diminutivo, por vezes pejorativo; De bronze. 4 – Responsável; Alas [Arquitectura]; Vontade [Açores]. 5 – Arraial; Adivinhar. 6 – Devasso; Lumbago. 7 – Consigo; Nesse tempo. 8 – Útil; Tira [colquial]; Contracção de De+a. 9 – Desaparecem [Angola]; Multidão; Entregar. 10 – Atam; Abate. 11 –Balelas; Círculos.

Clique Aqui para abrir e imprimir o PDF com o passatempo.

Produções AlegriaBreve http://alegriabreve47.blogspot.pt/ 

O problema não segue, ainda, o novo Acordo Ortográfico


Aceito respostas até dia 25 de Setembro, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

Vemo-nos por aqui?

segunda-feira, 26 de agosto de 2024

Devaneios cruzadísticos │ António Mota

"Sonhos de Natal" e "Sal, Sapo e Sardinha" são os títulos de 2 obras do escritor português António Mota, pedidos com a resolução do passatempo de Palavras Cruzadas, referente ao mês de Agosto de 2024.

                                                    Aleme (Braga)

Recebi respostas de: Alabi; Aleme; António Amaro; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Caba; Candy; El-Danny; Filomena Alves; Fumega; Gilda Marques; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Paulo Freixinho; PAR DE PARES; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Sepol; Seven; Socrispim; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Obrigado a todos. Até breve!

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Devaneios cruzadísticos │ António Mota

Convido os meus amigos a solucionar este passatempo de Palavras-Cruzadas e encontrar, no final, dois títulos (cada um, com 3 palavras nas Horizontais) de obras do escritor português António Mota, reconhecido autor de literatura para crianças e jovens. Nasceu em Ovil, concelho de Baião, em 1957.

                                                    Aleme │Braga

HORIZONTAIS: 1 – Ambições; Qualidade [figurado]. 2 – Preposição que designa modo; Pátrio. 3 – Queimar; Agora. 4 – Atitude; Guarnecer de asas; Graça [figurado]. 5 – Mino; Moço. 6 – Cana-brava; Agaste. 7 – Logro; avestruzes. 8 – Partícula; Afiançam; Ali. 9 – Base; Bofetada [regionalismo]. 10 – Salgai; Sufixo nominal, com sentido aumentativo, que exprime a ideia de origem. 11 – Aprovação [figurado]; Bebedeira [coloquial].

VERTICAIS: 1 – Acontecimento; Hábil. 2 – Cheira; Interjeição usada para aclamar. 3 – Não; Transparente; Porque [arcaico]. 4 – Embondeiro; Austral. 5 – Peso; Ofegar. 6 – Dar saúde a; Apanhar ar. 7 – Arrancai; Difere. 8 - Duo; Apertei. 9 – Outra coisa [arcaico]; Partem; Nada. 10 – Descansa; Espertalhões. 11 – Que é falado; Segurava.

Clique Aqui para abrir e imprimir o PDF com o passatempo.


Aceito respostas até dia 25 de Agosto, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

Vemo-nos por aqui?

sexta-feira, 26 de julho de 2024

Devaneios cruzadísticos │José Carlos Ary dos Santos

"Não Passam Mais" é o título de um poema do poeta português José Carlos Ary dos Santos, pedido com a resolução do passatempo de Palavras Cruzadas, referente ao mês de Julho de 2024.


                                                  Olidino (Braga)

Recebi respostas de: Alabi; Aleme; António Amaro; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Caba; Candy; El-Danny; Elvira Silva; Filomena Alves; Fumega; Gilda Marques; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Paulo Freixinho; PAR DE PARES; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Sepol; Seven; Socrispim; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Obrigado a todos. Até breve!

terça-feira, 2 de julho de 2024

Muito obrigado, Fausto

Muito obrigado, Fausto, pela importantíssima obra com que enriqueceu, e de sobremaneira, o património musical português!

QUANDO EU MORRER é um poema de Alexandre Dáskalos, que Fausto musicou.



Quando eu morrer
não me dêem rosas
mas ventos.
Quero as ânsias do mar
quero beber a espuma branca
duma onda a quebrar
e vogar.

Quando eu morrer
não me dêem rosas...

Ah, a rosa dos ventos
a correrem na ponta dos meus dedos
a correrem, a correrem sem parar.
Onda sobre onda infinita como o mar
como o mar inquieto
num jeito
de nunca mais parar.

Por isso eu quero o mar.
Morrer, ficar quieto,
não.
Oh, sentir sempre no peito
o tumulto do mundo
da vida e de mim.

E eu e o mundo.
E a vida. Oh mar,
o meu coração
fica para ti
para ter a ilusão
de nunca mais parar.

Quando eu morrer
não me dêem rosas...

segunda-feira, 1 de julho de 2024

Devaneios cruzadísticos │José Carlos Ary dos Santos

Convido os meus amigos a solucionar este passatempo de Palavras-Cruzadas e encontrar, a final, o título (3 palavras nas Horizontais) de um poema do poeta português José Carlos Ary dos Santos (1937-1984).

                                                   Olidino │Braga

HORIZONTAIS: 1 – Emparelhar. 2 – De modo nenhum; Associação da Imprensa Diária [sigla]; Levante. 3 – Forma reduzida do prefixo com- que exprime a ideia de união; Apreciais; Símbolo químico de ástato. 4 – Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de amor; Aquilo que pertence à pessoa a quem se fala. 5 – Porco; Excedem. 6 – Mulher solteira [coloquial]; Peso indiano (de 141 a 330 quilogramas); Iguala [regionalismo]. 7 – Observar sem ser notado; Além disso. 8 – Porcelana antiga de cor amarela e de origem chinesa; Qual [Guiné-Bissau]. 9 – Existe; Osso par da face, que forma o esqueleto das maçãs do rosto [Anatomia]; Interjeição que exprime espanto [Brasil]. 10 – Partícula; Fiz; Juntai. 11 – Reintegrados.

VERTICAIS: 1 – Encurralar. 2 – Lado; Vede; Pessoa manhosa [figurado]. 3 – Poeira; Batata-doce [Angola]; Aqueles. 4 – Anel; Andavam. 5 – Braço; Peça para piano [Música]. 6 – Escrevedeira-de-garganta-cinzenta [Ornitologia]; Parelha; Vadiagem [popular]. 7 – Publicar; Tombar. 8 – Nome feminino, plural de ; Vastidão [figurado]. 9 – Sorri; Comum; Prefixo que exprime a ideia de movimento. 10 – Livra! [Angola, interjeição]; Comportei-me; Graúdo. 11 – Continuásseis.

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Aceito respostas até dia 25 de Julho, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

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quarta-feira, 26 de junho de 2024

Devaneios cruzadísticos │ José Rodrigues dos Santos

"A Mão do Diabo" é o título de uma obra do escritor português português José Rodrigues dos Santos, pedido com a resolução do passatempo de Palavras Cruzadas, referente ao mês de Junho de 2024.


                                               Arjacasa (Valpaços)


Recebi respostas de: Alabi; Aleme; António Amaro; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Caba; Candy; El-Danny; Fumega; Gilda Marques; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Paulo Freixinho; PAR DE PARES; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Seven; Socrispim; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Obrigado a todos. Até breve!

sábado, 1 de junho de 2024

Devaneios cruzadísticos │ José Rodrigues dos Santos

Convido os meus amigos a solucionar este passatempo de Palavras-Cruzadas e encontrar, no final, o título (4 palavras nas Horizontais) de uma obra do escritor português José Rodrigues dos Santos (1964).

                                                   Arjacasa Valpaços

HORIZONTAIS: 1 – Veste-se; Importunas. 2 – Que tem força; Arraial; Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de visco. 3 – Sufixo nominal, de origem latina, que traduz a ideia de semelhança; Que é albino (pessoa ou animal) [Brasil, plural]; Preposição que designa estado. 4 – Poeira; Proteger. 5 – Antepassado [Timor-Leste]; Rezam. 6 – Salva de metal [antiquado]; Teima. 7 – Apoquento [figurado]; Sufixo nominal, de origem latina, que exprime a ideia de ferimento. 8 – Matreiro; Único. 9 – Pessoa notável na sua especialidade [figurado]; Estirpe; Alguns. 10 – Poder [figurado]; Contracção de de+o; Idade. 11 – Esmonco; Pessoa irrequieta [coloquial].

VERTICAIS: 1 – Exércitos; Espécie de feijão de Moçambique. 2 – Duro; Aragem; Justas. 3 – Opere; Local distante; Símbolo de ósmio. 4 – De antemão; Assustar. 5 – Actuo; Tornado oco. 6 – Sufixo nominal, de origem tupi, que exprime a ideia de grande; Força. 7 – Cómodo; Fedor. 8 –Comilão [Brasil, coloquial]; Grito. 9 – Interjeição que exprime espanto [Brasil]; Ramada; Singular. 10 – Dor [linguagem, infantil]; Muar; Pessoa que é presumida. 11 – Junto; Incomodo.

Clique Aqui para abrir e imprimir o PDF com o passatempo.


Aceito respostas até dia 25 de Junho, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

Vemo-nos por aqui?

domingo, 26 de maio de 2024

Devaneios cruzadísticos │ Vergílio Ferreira

"Apelo da Noite" é o título de uma obra do escritor português português Vergílio Ferreira, pedido com a resolução do passatempo de Palavras Cruzadas, referente ao mês de Maio de 2024.

                                                     Homotaganus Évora

Recebi respostas de: Alabi; Aleme; António Amaro Rodrigues; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Caba; Candy; El-Danny; Elvira Silva; Filomena Alves; Fumega; Gilda Marques; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Paulo Freixinho; PAR DE PARES; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Sepol; Seven; Socrispim; Solitário; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Obrigado a todos. Até breve!

quarta-feira, 1 de maio de 2024

Devaneios cruzadísticos │ Vergílio Ferreira

Convido os meus amigos a solucionar este passatempo de Palavras-Cruzadas e encontrar, no final, o título (3 palavras nas horizontais) de uma obra do escritor português Vergílio Ferreira (1916-1996).

                                                   Homotaganus Évora

HORIZONTAIS: 1 – Planta hortense, bienal, sublenhosa,… [Botânica]; Chamada. 2 – Queima; Fervia. 3 – Probos; Duras. 4 – Contracção de de+a; Agora [Guiné-Bissau]; Crivei. 5 – Ancião; Indivíduos ingénuos [Brasil]. 6 – Escuridão. 7 – Tira; Prefixo que exprime a ideia de inferioridade. 8 – Pagode chinês; Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de outro; Símbolo de laurêncio. 9 – Poeiras; Opada. 10 - Endeusa; Antiar. 11 – Chusma; Trajara.

VERTICAIS: 1 – Sova [regionalismo]; Único. 2 – Arejava; Fonema semivogal. 3 – Graúda; Fundamentos. 4 – Âmago [figurado]; Qualquer navio; Indivisível. 5 – Silêncio; Ala [Arquitectura]. 6 - Realçara. 7 – Beiral; Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de itálico. 8 – Pum; Funda; Projéctil explosivo, geralmente cilíndrico e ogival... 9 - Capacetes; Interjeição que exprime alegria. 10 – Borras; Agitar. 11 – Conforto; Calor.

Clique Aqui para abrir e imprimir o PDF com o passatempo.


Aceito respostas até dia 25 de Maio, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

Vemo-nos por aqui?

sexta-feira, 26 de abril de 2024

Devaneios cruzadísticos │ Sebastião da Gama

"O Segredo é Amar" é o título de uma obra do poeta português português Sebastião da Gama, pedido com a resolução do passatempo de Palavras Cruzadas, referente ao mês de Abril de 2024.


Recebi respostas de: Alabi; Aleme; António Amaro; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Caba; Candy; El-Danny; Filomena Alves; Fumega; Gilda Marques; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Paulo Freixinho; PAR DE PARES; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Sepol; Seven; Socrispim; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Até ao próximo "devaneio"!?

quinta-feira, 25 de abril de 2024

Onde é que eu estava no 25 de Abril de 1974?


Por esta hora, estava dentro do comboio numa viagem do Fundão até Lisboa. Ao encontro da revolução, sem o saber. Ao tempo, cumpria o serviço militar obrigatório em Angola (1972-1974), mas estava no Continente em férias. No Fundão, em casa dos meus pais. Na véspera tomara a decisão, amanhã vou até Lisboa, para estar uns dias com o meu irmão. E, assim, tomei o comboio na estação do Fundão às 7h30m.

Em Castelo Branco, o comboio esteve parado quase 1 hora sem se saber o que se passava. O mais provável seria uma avaria. Não, há uma revolução em Lisboa, correu célere a notícia entre os passageiros. O comboio lá arrancou em direção a Lisboa. Chegou a Santa Apolónia, por volta das 13 horas.

Não havia autocarros, nem eléctricos, nem táxis. Tive de ir a pé até Santos ao encontro do meu irmão. Passei pelo Terreiro do Paço, mas, naquela hora, já não estava o Salgueiro Maia.

Com o meu irmão, viemos até à Baixa, até ao Rossio, onde assisti às primeiras manifestações em liberdade. Estive na Praça Camões, passei ao lado do Largo do Carmo, onde tudo se consumou. Tenho muita pena.

Ouvi os primeiros gritos de ordem. "O povo unido jamais será vencido", "Nem mais um soldado para o Ultramar". No meio daquele grande entusiasmo, nos dias seguintes, amigos ainda me disseram, já não voltas a Angola. "Nem mais um soldado para o Ultramar". Não, terminadas as férias, voltei a Angola para me juntar aos meus camaradas de guerra, então estacionados em Cabinda. 

No dia 20 de Novembro de 1974, regressámos ao Continente. Vínhamos quase todos. Apenas uma perda, por acidente de viatura.

Para a história fica este vídeo com as fotografias que tirei nos dias 25 e 26 e Abril, em Lisboa.


segunda-feira, 1 de abril de 2024

Devaneios cruzadísticos │ Sebastião da Gama

O AlegriaBreve evoca, este mês, o 1º centenário do nascimento do poeta Sebastião da Gama. Nasceu em Vila Nogueira de Azeitão, Setúbal, no dia 10 de Abril de 1924 e morreu em Lisboa, no dia 7 de Fevereiro de 1952.

A sua obra encontra-se ligada à Serra da Arrábida, onde viveu desde 1939, e que tomou por motivo poético de primeiro plano (desde logo no seu livro de estreia, Serra-Mãe, de 1945).

Poeta profundamente crente deixou-se tocar pelo mais profundo sentimento religioso que, a partir de determinada altura da sua vida (1944), deu sentido pleno à sua existência. Deus passou a ser o seu interlocutor privilegiado que derramou sobre si inspiração para poemas como “Benção”, “O Sopro”, “O Frémito” e “Grande Vibração”.

Faleceu vítima de tuberculose renal de que sofria desde adolescente, quando tinha apenas 27 anos de idade.

O seu Diário, editado postumamente em 1958, é um interessante testemunho da sua experiência como docente e uma valiosa reflexão sobre o ensino. Como professor procurou incutir nos seus alunos o gosto pela leitura:

«O que interessa mais que tudo é ensinar a ler. Ler sem que passe despercebido o mais importante - e às vezes é pormenor, que parece uma coisinha de nada. Ler, despindo cada palavra, cada frase, auscultando cada entoação de voz para perceber até ao fundo a beleza ou o tamanho do que se lê. É também de interesse primário levar os rapazes a amar as palavras - mostrar como são cheias, de beleza, outras como são engraçadas, outras como são doces. […]»

Diário, 4 de Março de 1948, pág. 52

Convido os meus amigos a solucionar este passatempo de Palavras-Cruzadas e encontrar, no final, o título (4 palavras nas horizontais) de uma obra do poeta português Sebastião da Gama (1924-1952).


HORIZONTAIS: 1 – Abate; Cantigas. 2 – Parecer; Buraco. 3 – Interjeição usada para dar ordem de partida; Sigla de Associação de Defesa dos Motociclistas; Homem. 4 – Lado do navio de onde vem o vento [Náutica]; Cobra. 5 – Reserva; Símbolo de electrão-volt. 6 – Indigna; Troças. 7 – Então; Suspeitas. 8 – Cordial; Ala. 9 – Guia [figurado]; Interjeição que exprime surpresa [Brasil]; Levante. 10 – Navegam [figurado]; Querer. 11 – Devasso; Ruína.


VERTICAIS: 1 – Apoio [figurado]; Mudas. 2 – Gargalos; Retesa. 3 – Sujeita; Interjeição que exprime admiração; Substância anti-séptica do género da creolina [Química]. 4 – Multidão; Íngremes [figurado]; Dura. 5 – Pobreza. 6 – Bêbedo; Falda. 7 – Cobarde. 8 – Sufixo nominal, de origem latina, que exprime a ideia de semelhança; Castigo; Símbolo de actinio. 9 – Tareia [regionalismo]; Ermo; Estima. 10 – Anui; Trabalhas [Angola]. 11 – Interjeição que indica saudação [Brasil]; Coisa ou pessoa sem nenhum valor [figurado].


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Devaneios cruzadísticos │ Provérbio

"Muito riso, pouco siso" é o provérbio pedido com a resolução do passatempo de Palavras Cruzadas, referente ao mês de Março de 2024.

                                                   Magno │ Amadora

Recebi respostas de: Alabi; Aleme; António Amaro; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Caba; Candy; El-Danny; Fumega; Gilda Marques; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Manuel Carrancha; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Paulo Freixinho; PAR DE PARES; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Salete Saraiva; Sepol; Seven; Socrispim; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

Até ao próximo "devaneio"!?

sexta-feira, 1 de março de 2024

Devaneios cruzadísticos │ Provérbio

Convido os meus amigos a solucionar este passatempo de Palavras-Cruzadas e encontrar, no final, um provérbio de 4 palavras nas Horizontais. Assinale-o.


                                                MagnoAmadora

HORIZONTAIS: 1 – Assaz; Estrema. 2 – Brama; Vigas. 3 – Sujeita; Grande quantidade [popular]. 4 – Alegria; Toca. 5 – Decifravam. 6 – Gorjetas [Brasil, popular]; Bagatela. 7 – Pronunciado. 8 – Muna de asas; Anseia [figurado]. 9 – Pernada; Sigla de Aluguer Operacional de Viaturas. 10 – Descompostura [coloquial]; Prudência. 11 – Classe sacerdotal; Alternativas.

VERTICAIS: 1 – Macho; Velhice [figurado]; Sigla de British Broadcasting Corporation. 2 – Flagela [figurado]; De bronze. 3 – Indignas; Admirador; Obra. 4 – Símbolo de telúrio; Interjeição que exprime espanto; Ave de rapina diurna, da família dos Accipitrídeos…. 5 – Ermo. 6 – Tareia [popular]; Engano [figurado]. 7 – Brote. 8 – Corrige [figurado]; Remoinho de água [regionalismo]; Como. 9 – Aclama; Descalço; Fundamento [figurado]. 10 – Risonha; Giba. 11 – Ala [Arquitectura]; Símbolo de hólmio; Partes.

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Aceito respostas até dia 25 de Março, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Devaneios cruzadísticos │ Augusto Abelaira

"Quatro Paredes Nuas" é o título de uma obra do escritor português Augusto Abelaira (1926-2003), pedido com a resolução do passatempo de Palavras Cruzadas, referente ao mês de Fevereiro de 2024.

A notícia surgiu ao princípio da manhã do passado dia 24, inesperada, cruel, malvada e sem contemplações com nada nem com ninguém. O Manuel Ramos (uma relação quase umbical desde os 10 anos) partiu para a longa viagem e caminha agora em direção ao Sol.  Até um dia, querido Manel.

                                                
                                              José Bento │Amadora

Recebi respostas de: Alabi; Aleme; António Amaro; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal;Caba; Candy; Donanfer II, El-Danny; Elvira Silva; Filomena Alves; Fumega; Gilda Marques; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Manuel Ramos; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Paulo Freixinho; PAR DE PARES; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Sepol; Seven; Socrispim; Solitário; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

A todos, obrigado.

Até ao próximo "devaneio"!?

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

Veio o estio, Cacilda!

 Um bocadinho fora de tempo, mas não resisto, Cacilda!



Chiar de bois,
milho amarelo,
suor na gente,
sestas na terra,
poços sem água,
os dias grandões!

Veio o estio, Cacilda!

Leva ao monte o almoço do teu home
e beija-lhe a testa suada
se ainda souberes!

Olha o campo doirado,
as espigas inchadas,
os pássaros no figo,
os moscardos no gado,
os meninos despidos!

Veio o estio, Cacilda!
Guarda o sono para o inverno
que é preciso encher o lar!
Fernando Namora

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Devaneios cruzadísticos │ Augusto Abelaira

Este mês, o AlegriaBreve homenageia Augusto Abelaira, professor, romancista, dramaturgo, tradutor e jornalista português. Nasceu em Ançã (Cantanhede), a 18 de Março de 1926.

Estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Ciências Histórico-Filosóficas. Depois disso, Augusto Abelaira foi professor e jornalista, tendo trabalhado em vários jornais e revistas. Consagrou-se ainda à tradução e foi director de programas da RTP, em 1977 e 1978, das revistas "Seara Nova "e "Vida Mundial" e, ainda, presidente da Associação Portuguesa de Escritores.

Como romancista, e também dramaturgo, Augusto Abelaira projectou na sua obra uma forte consciência geracional, agudizada sempre que o escritor equaciona tempos de passagem e de confrontação ética, histórica e política. 

Autor situado numa segunda geração neorrealista, incutiu ao romance de intenção social uma dimensão de autocrítica geracional, tornando mais complexos os processos de representação da realidade.

A 9 de Junho de 1997, foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem Militar de Sant´Iago da Espada. Morreu em Lisboa, a 4 de Julho de 2003.

Convido os meus amigos a solucionar este passatempo de Palavras-Cruzadas e encontrar, a final, o título (3 palavras nas horizontais) de uma obra do escritor português Augusto Abelaira (1926-2003).


      José Bento │Amadora

HORIZONTAIS: 1 - Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de verde-claro; Quaderna. 2 – Interjeição que exprime contentamento; Anatos. 3 - Greves; Vede. 4 - Elemento de formação de palavras que exprime a ideia de burro; Passados; Irrequieta. 5 - Atiça; Palavra que, no dialecto provençal, significava sim. 6 – Bem-feita; Acena. 7 - Prefixo de origem latina que exprime a ideia de separação; Rebento. 8 - Prefixo que exprime a ideia de oposição; Fortifica; Aprecia. 9 - Tudo o que é normal e acessível a todos, que não está limitado por qualquer tabu [São Tomé e Príncipe]; Analogias. 10 - Piratarias; Verdadeiras. 11 – Sossego [figurado]; Pirose.

VERTICAIS: 1 - Variedade de maçã; Amesenda. 2 - Designativo da égua de pelo branco com malhas escuras e redondas [plural]; Aumento súbito de algo. 3 - Assentes; Rasga. 4 - (Ave) feche parcialmente (as asas) para descer mais depressa; A mesma coisa; Símbolo de estanho. 5 – Mulher formosa [figurado]; Práticas. 6 - Jeiteira; Frio [coloquial]. 7 – Misantropo [coloquial, pejorativo]; Navegam [figurado]. 8 - Interjeição que exprime dor ou mal-estar; Galga; Sufixo nominal que ocorre em susbsatntivos que designam substâncias químicas9 - Sigla de tricloroetileno; Antiga embarcação ligeira, a remos, usada nos mares insulindianos [Náutica, História]. 10 - Estragado; Escolhei. 11 - Cavername; Queima.

Clique Aqui para abrir e imprimir o PDF com o passatempo.


Aceito respostas até dia 25 de Fevereiro, inclusive, por mensagem particular no Facebook ou para o meu endereço electrónico, boavida.joaquim@gmail.com. Em data posterior, apresentarei a solução, assim como os nomes dos participantes. 

Vemo-nos por aqui?

sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

Devaneios cruzadísticos │ Luís de Camões

"As armas e os barões assinalados" é o primeiro verso de uma estrofe do Canto I de "Os Lusíadas", do poeta português Luís de Camões (1524-1580), pedido com a resolução do passatempo de Palavras Cruzadas, referente ao mês de Janeiro de 2024.

Deixo-vos com o poema "Camões dirige-se aos seus contemporâneos", de Jorge de Sena, o qual vai de encontro de algum modo, em minha opinião, àquilo que se pretendeu transmitir no texto introdutório ao problema do mês.

Podereis roubar-me tudo:
as ideias, as palavras, as imagens,
e também as metáforas, os temas, os motivos,
os símbolos, e a primazia
nas dores sofridas de uma língua nova,
no entendimento de outros, na coragem
de combater, julgar, de penetrar
em recessos de amor para que sois castrados.
E podereis depois não me citar,
suprimir-me, ignorar-me, aclamar até
outros ladrões mais felizes.
Não importa nada: que o castigo
será terrível. Não só quando
vossos netos não souberem já quem sois
terão de me saber melhor ainda
do que fingis que não sabeis,
como tudo, tudo o que laboriosamente pilhais,
reverterá para o meu nome. E mesmo será meu,
tido por meu, contado por meu,
até mesmo aquele pouco e miserável
que, só por vós, sem roubo, haveríeis feito.
Nada tereis, mas nada: nem os ossos,
que um vosso esqueleto há-de ser buscado,
para passar por meu. E para outros ladrões,
iguais a vós, de joelhos, porem flores no túmulo.

Jorge de Sena, Assis, 11/6/1961


Recebi respostas de: Alabi; Aleme; António Amaro; Antoques; Arjacasa; Bábita Marçal; Caba; Candy; Donanfer II, El-Danny; Filomena Alves; Fumega; Gilda Marques; Homotaganus; Horácio; Jani; João Carlos Rodrigues; Joaquim Pombo; José Bento; José Bernardo; Juse; Mafirevi; Magno; Manuel Amaro; Manuel Ramos; Maria de Lourdes; My Lord; Neveiva; Odemi; Olidino; Paulo Freixinho; PAR DE PARES; Reduto Pindorama (Agagê, Joquimas e Samuca); Ricardo Campos; Rui Gazela; Russo; Sepol; Seven; Socrispim; Solitário; Somar; TRIO SUL-MINAS (Crispim, Loanco e O. K.), Virgílio Atalaya e Zabeli.

A todos, obrigado.

Até ao próximo "devaneio"!?